De acordo com o Jornal de Negócios, o concurso, que abriu na segunda-feira, teve um orçamento total de 13,5 milhões de euros, dos quais 5,7 milhões foram destinados à compra de automóveis de passageiros 100% elétricos por particulares e três milhões foram destinados à compra dos mesmos por instituições sociais.
Para a compra de bicicletas convencionais, cujos fundos também já se esgotaram, foram alocados 200 mil euros, acessíveis a pessoas físicas ou jurídicas.
O governo agora quer buscar financiamento adicional “para ampliar” o número de beneficiários desse incentivo, disse Maria da Graça Carvalho ao jornal. Sobre onde esses fundos podem ser obtidos, o governante destacou que “há coisas que demoram muito para serem implementadas, que não são implementadas, que são abandonadas, e a gestão dos fundos é assim, quando não são implementadas, quando demoram muito tempo, você tem que se colocar em posição de implementá-las”.
Depois de ter sobrado dinheiro no ano passado, neste ano, faltam recursos para tantos pedidos de “cheques” para veículos elétricos. Embora a alocação para apoio ao Fundo Ambiental já tenha sido aumentada, há uma forte demanda que já esgotou os “cheques” disponíveis para algumas das categorias, incluindo carros elétricos
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